Pedagogy
With little exception, the promise of Web 2.0 tools for education has been described in terms of a Vygotsky’s (1978) social constructivist theory: knowledge or “meaning making” develops through the social process of language use over time (Ferdig &Trammell, 2004). Constructivism emphasises the conversational nature of learning, requiring opportunities for reflection and feedback (from self, peers, teachers) (McCoughlin & Lee, 2007). In a constructivist learning environment, opportunities to interact with other learners and to actively participate in the learning process are essential – both of which are hallmark features of social software.
Going beyond constructivism, Siemens (2004, cited in Mason & Rennie, 2008) emphasises the importance of connectivism - moving from learning as an internalising, individual process to a shared, collaborative construction of knowledge.
Other commentators have also highlighted the relevance of blogging to Lave and Wenger’s (1990) situated learning theory based on participation in a community of practice (e.g., Farmer & Bartlett-Bragg, 2005).
Within this landscape, the use of blogs in education seems to tick all the right boxes:
» encourage self-reflection
» provide opportunities for feedback
» promote critical and creative thinking
» increase access to information and connections between sources
» exposure to diverse perspectives
» encourage making connections
» support interaction (with peers, teachers and community)
» promote active learning
(Duffy & Bruns, 2006; Ferdig & Trammell, 2004; Minocha, 2009)
Or, to put it more plainly: – “Despite obvious appearances, blogging isn’t really about writing at all; that’s just the end point of the process, the outcome that occurs more or less naturally if everything else has been done right. Blogging is about, first reading. But more important, it is about reading what is of interest to you: your culture, your community, your ideas. And it is about engaging with the content and with the authors of what you have read – reflecting, criticizing, questioning, reacting.” (Downes, 2004, p. 25).
Downes’ analysis highlights the use of blogs to support and encourage higher order thinking skills, reflection, critical thinking, evaluation. A contemporary revision of Bloom’s taxonomy (Andrew Churches, Sept 1, 2008 posted on http://www.techlearning.com) to reflect digital technologies in learning also aligns the use of blogs with different levels, depending on the way the blogs are used:
Understanding – E.g., Blog Journaling (writes a journal entries that show basic understanding. Blog can then be used to support higher order thinking through discussion and collaboration.
Analysing – E.g., Linking (building links using web connections).
Evaluating – E.g., Blog/vlog commenting and reflecting (facilitates reflective practice, students reply by posting comments that require evaluation of material in context).
Creating – E.g, Publishing (involves publishing in text, media or digital formats).
in https://blogs.monash.edu/blog-teach/why-use-blogs/
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Alguns aspectos menos positivos
Algumas dificuldades poderão surgir na utilização de blogues na educação.
- A sua utilização pressupõe que todos os alunos possam aceder à internet - a utilização de computadores nem sempre é possível durante as aulas e, por outro lado, pode haver alunos que não tenham acesso à internet fora da escola.
- Apesar de ser muito fácil usar blogues, o professor terá de, em alguns casos, dedicar algum tempo à aprendizagem da forma como se utilizam.
- A utilização de blogues de outros autores também coloca alguns problemas: possibilidade da informação disponibilizada não estar correcta, dificuldade em nos certificarmos da qualidade dessa informação, possibilidade de encontrarmos linguagem ou outros conteúdos menos apropriados para os alunos.
- A criação de conteúdos por parte dos alunos e os seus comentários colocam outras dificuldades: necessidade de haver disponibilidade por parte do professor para os ler e comentar e para fazer o acompanhamento de todo o processo; alguma inibição por parte dos alunos em participarem. Por exemplo, alunos de iniciação de uma língua estrangeira poderão sentir-se inibidos por saberem que aquilo que escreverem estará disponível na internet. Neste caso, poderá ser útil que o professor leia e, se necessário, corrija os textos antes de serem publicados. No blogue "Let's blog" a professora - Teresa Almeida d'Eça - pediu aos alunos que lhe enviassem, por e-mail, os textos ou comentários que quisessem inserir no blogue. Outra dificuldade tem a ver com a possibilidade de os alunos usarem conteúdos que não sejam da sua autoria, sem identificarem a fonte.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Utilização de blogues na educação
Na perspectiva de Gomes, M. J. e Lopes, A.M. (2007) os blogues poderão ser utilizados pedagogicamente segundo duas vertentes: como "recurso pedagógico" e como "estratégia pedagógica". De acordo com a primeira vertente, os blogues são repositórios de informação proveniente de diversas fontes sobre uma determinada área, ou sobre um determinado tema. Nas palavras dos autores referidos anteriormente,
A utilização dos blogues apenas como um ”recurso pedagógico” centra-se essencialmente na possibilidade de proporcionar aos alunos formas adicionais de acesso à informação que se pressupõe actualizada e relevante. Neste tipo de exploração o aluno assume uma posição relativamente passiva, limitando-se frequentemente à leitura dos posts, eventualmente colocando algum comentário às mensagens/posts já existentes.
A utilização pedagógica na vertente de "estratégia pedagógica" pressupõe que o aluno tenha um papel mais interventivo:
Neste contexto, o aluno desempenha frequentemente um papel de autor ou co-autor dos blogues, existindo todo um leque diversificado de actividades a desenvolver, antecedendo a publicação de mensagens (postagem), às quais estão associadas objectivos de aprendizagem e desenvolvimento de competências. A exploração dos blogues dentro desta perspectiva, transforma-os, mais do que num recurso pedagógico, numa estratégia de ensino-aprendizagem, que visa conduzir os alunos a actividades de pesquisa, selecção, análise, síntese e publicação de informação, com todas as potencialidades educacionais implicadas. (...)
Na perspectiva de exploração dos blogues como estratégia pedagógica, o papel dos alunos na criação e dinamização dos blogues torna-se central. Tendo como suporte tecnológico os blogues, os alunos são chamados a pesquisar, analisar, seleccionar, sintetizar e publicar online informação, sobre os temas em estudo e/ou as actividades em curso. A criação e dinamização de um blogue nesta perspectiva cria condições facilitadoras e motivadores do desenvolvimento de múltiplas competências quer no campo do domínio das TIC e da pesquisa de informação num contexto, quer ao nível das competências de comunicação escrita.
Gomes, M. J. e Lopes, A.M.(2007)"Blogues escolares: quando, como e
porquê?" online em https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6487/1/gomes2007.pdf
A utilização dos blogues apenas como um ”recurso pedagógico” centra-se essencialmente na possibilidade de proporcionar aos alunos formas adicionais de acesso à informação que se pressupõe actualizada e relevante. Neste tipo de exploração o aluno assume uma posição relativamente passiva, limitando-se frequentemente à leitura dos posts, eventualmente colocando algum comentário às mensagens/posts já existentes.
A utilização pedagógica na vertente de "estratégia pedagógica" pressupõe que o aluno tenha um papel mais interventivo:
Neste contexto, o aluno desempenha frequentemente um papel de autor ou co-autor dos blogues, existindo todo um leque diversificado de actividades a desenvolver, antecedendo a publicação de mensagens (postagem), às quais estão associadas objectivos de aprendizagem e desenvolvimento de competências. A exploração dos blogues dentro desta perspectiva, transforma-os, mais do que num recurso pedagógico, numa estratégia de ensino-aprendizagem, que visa conduzir os alunos a actividades de pesquisa, selecção, análise, síntese e publicação de informação, com todas as potencialidades educacionais implicadas. (...)
Na perspectiva de exploração dos blogues como estratégia pedagógica, o papel dos alunos na criação e dinamização dos blogues torna-se central. Tendo como suporte tecnológico os blogues, os alunos são chamados a pesquisar, analisar, seleccionar, sintetizar e publicar online informação, sobre os temas em estudo e/ou as actividades em curso. A criação e dinamização de um blogue nesta perspectiva cria condições facilitadoras e motivadores do desenvolvimento de múltiplas competências quer no campo do domínio das TIC e da pesquisa de informação num contexto, quer ao nível das competências de comunicação escrita.
Gomes, M. J. e Lopes, A.M.(2007)"Blogues escolares: quando, como e
porquê?" online em https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6487/1/gomes2007.pdf
Blogues enquanto "estratégia pedagógica"
Enquanto "estratégia pedagógica" os blogues podem ser utlizados como:
Gomes, M. J. e Lopes, A.M.(2007) "Blogues escolares: quando, como e porquê?" online em https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6487/1/gomes2007.pdf
- "diários ou portefólios digitais de aprendizagem"
- "espaços de intercâmbio e colaboração"
- "espaços de simulação e/ou debate", Gomes e Lopes (2007).
Gomes, M. J. e Lopes, A.M.(2007) "Blogues escolares: quando, como e porquê?" online em https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6487/1/gomes2007.pdf
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